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Boa tarde
Sexta-Feira , 25 de Maio de 2018
>> Leitura e Literatura
   
 
Os Limites e as Possibilidades do Trabalho com Literatura em Sala de Aula

Equipe Técnica de Língua Portuguesa da Delegacia de Ensino de GARÇA


Compete apenas ao professor buscar novas formas e situações de trabalho com a literatura? Quem pode auxiliar e estar junto da escola nesta importante tarefa?
A Equipe Técnica de Língua Portuguesa da DE de Garça apresenta, neste artigo, um interessante relato de como participaram juntamente com as escolas, professores e alunos de sua jurisdição, no processo de aperfeiçoamento do trabalho com a literatura. Considerando todos os limites existentes, se empenharam, dentre outros, na busca de acervos, estratégias, criação de espaços para a leitura. Realizaram treinamentos e discutiram muito a questão da avaliação na busca de soluções mais compatíveis com a concepção de leitura que se delineava.
A equipe apresenta também um breve panorama de como se encontram as escolas da região, no que se refere à questão.

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"Na época, a situação geral do ensino de Língua e Literatura, pode-se dizer, era como tantas e todas as outras: cartilhas, livro didático, leitura e fichamento dos clássicos. Bibliotecas? Existiam em algumas escolas mais antigas, que exibiam belos e bem encadernados volumes de enciclopédias e livros herdados dos professores que, ao se aposentarem, limpavam suas estantes."

"Pretensamente orientadores, sentíamos inquietações, necessidade de mudanças, mas não nos era totalmente clara a distinção entre o alfabetizar e o formar leitores."

"Alunos e professores liam. E por que liam os dois? (...) Aconteceram casos em que o professor se dedicava a outras atividades que não a leitura. Os alunos recusavam-se a ler ou apenas assimilavam. Onde a leitura era realmente feita por professores e alunos, simultaneamente acontecia a disputa do livro lido pelo professor no dia anterior."

"Como fico sabendo se meus alunos estão realmente lendo? As respostas que dávamos eram simples, causavam perplexidade. Respondíamos que não era preciso fazer nada. Bastava acreditar que as crianças estavam lendo. Cada uma a seu modo."

Publicação: Série Idéias n.13. São Paulo: FDE, 1994.
Páginas: 61-67

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