> Sistema Documentação
> Memorial da Educação
> Temas Educacionais
> Temas Pedagógicos
> Recursos de Ensino
> Notícias por Temas
> Agenda
> Programa Sala de Leitura
> Publicações Online
> Concursos & Prêmios
> Diário Oficial
> Fundação Mario Covas
Boa noite
Sexta-Feira , 07 de Outubro de 2022
>> Notícias
   
 
Rio de Janeiro: sede dos Jogos Olímpicos em 2016


Folha de São Paulo 02-10-09

Rio de Janeiro vence eleição e será sede dos Jogos Olímpicos de 2016

da Folha Online

Após duas tentativas frustradas de organizar uma Olimpíada, o Rio de Janeiro foi anunciado nesta sexta-feira como sede dos Jogos-2016, os primeiros na história a serem organizados em um país sul-americano. A cidade brasileira venceu Madri, Tóquio e Chicago na eleição do COI (Comitê Olímpico Internacional) realizada hoje em Copenhague, na Dinamarca.

Na primeira rodada de votação, Chicago, que era considerada favorita, foi eliminada. Na segunda, foi a vez de Tóquio sair da disputa. Na decisão, o Rio venceu Madri por 66 votos a 32, diferença bastante expressiva.

Campanha brasileira por Olimpíada já consumiu R$ 138 milhões
Rio vence disputa por Jogos-2016 com projeto mais caro entre as finalistas
Legado do Pan-2007 ajuda Rio a vencer campanha por Jogos
Madrilenos lamentam derrota para o Rio na disputa pelos Jogos-2016
Sites especializados como o "Game Bids" e o "Around The Rings" colocavam a capital fluminense como a principal favorita, com ligeira vantagem sobre Chicago. A cidade norte-americana, porém, era a favorita em casas de apostas, seguida pelo Rio.

Silvia Izquierdo/AP

Cerca de 15 mil pessoas foram à praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para acompanhar a eleição do COI
Entre os quatro países com cidades candidatas, o Brasil era o único que ainda não havia recebido nenhuma Olimpíada. O caráter inédito da candidatura carioca foi bastante ressaltado na apresentação feita pelo Rio de Janeiro antes da votação.

"Entre as dez maiores economias do mundo, somos os únicos que não sediaram a Olimpíada. Para os outros, será apenas mais uma Olimpíada, mas para nós será uma oportunidade sem igual. O desafio do COI é expandir os Jogos para novos lugares, de acender a pira olímpica em um país tropical", disse o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva.

"Essa candidatura não é só nossa, mas é da América do Sul. Um continente que nunca sediou uma Olimpíada. Está na hora de corrigir isso", adicionou.

A apresentação da candidatura brasileira contou ainda com discursos do ex-presidente da Fifa João Havelange, do comandante do COB e comitê da candidatura, Carlos Arthur Nuzman, do governador do Rio, Sérgio Cabral Filho, do prefeito da cidade, Eduardo Paes, do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, do secretário geral da candidatura, Carlos Roberto Osório, e da velejadora Isabel Swan, medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008.

Denis Balibouse/Reuters

Presidente Lula discursa a favor do Rio de Janeiro em Copenhague, na Dinamarca
Um dos embaixadores da campanha carioca, Pelé não discursou. O maior jogador de futebol da história apenas acenou para os membros votantes do COI.

Gastos

O projeto apresentado pelo Rio é o mais caro entre os quatro finalistas. Ele prevê o gasto de US$ 14,42 bilhões na organização da Olimpíada. Chicago projetava orçamento de US$ 4,82 bilhões; Madri, de US$ 6,13 bilhões; e Tóquio, de US$ 6,8 bilhões.

Só na fase de candidatura, encerrada com a eleição desta sexta, já foram gastos R$ 138 milhões. O dinheiro veio de recursos do município, do governo, da União e da iniciativa privada.

O plano da Olimpíada brasileira é aproveitar 19 das arenas que foram levantadas para os Jogos Pan-Americanos de 2007. Outros 11 ginásios serão construídos, além de quatro locais temporários de competição.

Assim como o comitê que organizou o Pan, o projeto da Olimpíada também é encabeçado pelo presidente do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), Carlos Arthur Nuzman.

Histórico

Nas duas outras vezes em que o Rio se lançou candidato à principal competição poliesportiva do mundo, o projeto brasileiro não passou das etapas preliminares do processo seletivo.

Para a Olimpíada-2004, a cidade contou com grande apoio popular, mas sofreu com a divisão entre os dirigentes. João Havelange apoiou o projeto, enquanto o presidente do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), Carlos Arthur Nuzman, preferiu um papel secundário.

O Rio voltou a competir pela s

http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u631594.shtml

Folha de São Paulo

Para mais informações clique em AJUDA no menu.

 





Clique aqui para baixar o Acrobat Reader