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Educação profissional aumenta chances de emprego


www.ultimosegundo.ig.com.br - 27.05.10

Educação profissional aumenta chances de emprego

Pesquisa aponta que jovens com cursos profissionalizantes ganham mais e têm mais chance de carteira assinada

Marina Morena Costa, iG São Paulo


Um estudo inédito realizado pelo Centro de Estudos de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com o Instituto Votorantim analisou os impactos da educação profissional no mercado de trabalho. Os resultados são animadores: a chance de uma pessoa com curso profissionalizante concluído estar ocupada é 48,2% maior do que quem tem até o ensino médio. A possibilidade de estar empregado com carteira assinada chega a 38% e os salários podem ser até 13% maiores.

A pesquisa “Educação Profissional e Você no Mercado de Trabalho” cruzou microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), ambas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram analisadas pessoas que realizaram cursos de qualificação profissional (profissionalizantes), ensino médio técnico e graduação tecnológica.

Nos últimos seis anos, os profissionais de nível técnico cresceram 75,6%, e hoje somam 29 milhões de pessoas. “A quantidade de cursos profissionalizantes avançou significativamente, sem que perdêssemos a qualidade dos cursos”, destaca Marcelo Neri, coordenador do estudo.

Entre as pessoas que frequentaram cursos de educação profissional, a imensa maioria realizou a qualificação profissional, 23,5 milhões. Em segundo lugar aparecem os profissionais formados no ensino médio técnico, 5,1 milhões, e em menor representatividade estão os graduados em cursos superiores técnicos, 160 mil.

Salários

A pesquisa apontou os Estados, capitais e periferias urbanas onde os profissionais de nível técnico são mais bem pagos. O Distrito Federal lidera a lista dos Estados com um salário médio de R$ 1.403, seguido por Santa Catarina, com uma média mensal de R$ 1.037 e São Paulo (R$ 1.004).

Vitória (ES) é a capital que melhor remunera os profissionais técnicos com R$ 1.724 de salário médio, seguida por Florianópolis (SC) com a remuneração mensal média de R$ R$ 1419 e por Brasília com R$ 1.403.

“Os jovens precisam de conscientizar que os retornos em educação são altíssimos”, afirma o coordenador do estudo. Negri destaca que famílias com histórico baixo de educação tendem a ter filhos com níveis igualmente precários. “A revolução da educação está nas casas e não nas escolas. Os jovens têm que ser conquistados para a ideia de que vale a pena estudar. Precisam saber que a educação formal é fundamental e a profissional é um ‘up grade’ em suas vidas.”



Setores

A indústria automobilística lidera o ranking dos setores que mais empregam profissionais de nível técnico, com 45,7% dos trabalhadores. “Isso destaca a tradição das empresas e que o setor está aquecido”, aponta Neri. Em segundo lugar aparece o setor de Finanças com 38,17% de profissionais técnicos.

O agronegócio aparece em último no ranking, na 16ª posição. De acordo com Nigri isso acontece devido às características do setor, que oferece poucas vagas e ainda um nível de qualificação baixo.

http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/educacao+profissional+aumenta+chances+de+emprego/n1237636232474.html

ig.com

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