> Sistema Documentação
> Memorial da Educação
> Temas Educacionais
> Temas Pedagógicos
> Recursos de Ensino
> Notícias por Temas
> Agenda
> Programa Sala de Leitura
> Publicações Online
> Concursos & Prêmios
> Diário Oficial
> Fundação Mario Covas
Boa noite
Terça-Feira , 21 de Novembro de 2017
>> Notícias
   
 
Memorial da Resistência apresenta exposição


www.saopaulo.sp.gov.br - 29.03.11

Memorial da Resistência apresenta Não Tens Epitáfio Pois És Bandeira

Exposição revela momentos da vida de Rubens Paiva e pode ser vista até 10 de julho

O Memorial da Resistência de São Paulo apresenta a exposição Não Tens Epitáfio Pois És Bandeira, com cerca de 200 fotografias, documentos e objetos pessoais que revelam momentos da vida de Rubens Paiva com a família; de sua atividade política; a prisão e a luta de sua esposa, Eunice Paiva, pelo restabelecimento da verdade.



Rubens Paiva (Santos, SP, 1929 - RJ, 1971) formou-se engenheiro civil pela Universidade Mackenzie, em São Paulo, onde começou a militância política. Foi presidente do centro acadêmico Horacio Lane e vice-presidente da União Estadual dos Estudantes de São Paulo (1954). Engajou-se na campanha "O petróleo é nosso", pela criação da Petrobras.



Eleito deputado federal em 1962, teve atuação destacada como integrante da CPI sobre o Instituto Brasileiro de Ação Democrática (IBAD), que promovia propaganda anticomunista e conspirava pela queda do governo de João Goulart. A organização patrocinava campanhas políticas, palestrantes e autores que escreviam artigos denunciando a chamada "ameaça vermelha" no Brasil. A CPI descobriu que o IBAD e a Ação Democrática Popular (ADEP) movimentaram entre 12 e 20 milhões de dólares em suas atividades conspirativas.



Paiva foi um dos deputados que ajudou a identificar a origem e o destino do dinheiro. Descobriu que na lista de pagamentos havia integrantes da direita e militares envolvidos na geração de um ambiente político favorável ao golpe. Meses depois, Paiva foi um dos primeiros deputados cassados, oito dias após o golpe de abril de 1964. Pediu asilo na embaixada da antiga Iugoslávia, hoje Sérvia, país para onde viajou vivendo depois na França e Inglaterra. Voltou ao Brasil no final de 1964. Em 1971, foi preso por militares em sua casa no Rio de Janeiro, onde vivia com a esposa e os cinco filhos. Desde então é dado como desaparecido político.



Da Secretaria da Cultura

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=214230&c=6&q=Memorial+da+Resistência+apresenta+Não+Tens+Epitáfio+Pois+És+Bandeira

Secretaria da Cultura

Para mais informações clique em AJUDA no menu.

 





Clique aqui para baixar o Acrobat Reader