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Boa tarde
Sábado , 22 de Julho de 2017
 
>> Roteiro Cultural de Férias



Boas Férias!

Férias, tempo de relaxar, viajar, colocar a leitura em dia, aproveitar os bons programas que a cidade oferece... Só não vale deixar esse tempo livre passar em brancas nuvens. Por isso, elaboramos um roteiro com dicas de todos os tipos, dos melhores museus de São Paulo e do interior até passeios.


Museus de Arte | Museus Históricos | Museus Científicos |

Museus Especializados | Parques e Jardins | Museus no Interior

Viagens Culturais pelo Brasil





  Museus de Arte (Capital)
Pinacoteca do Estado
Praça da Luz, nº 2 – Luz (Estação Tiradentes do Metrô). Tel: (11) 229-9844.

Fundada em 1905, mantém expressivo acervo da arte brasileira, principalmente do século XIX, além de preciosidades do modernismo.


Museu de Arte Sacra
Av. Tiradentes, 676 – Luz (Estação Tiradentes do Metrô). Tel: (11) 3326-1373/5393. De terça a sexta das 11h às 18h, sábados e domingos das 10h às 19h. Ingressos R$ 4,00 (meia para estudantes, crianças menores de oito anos e idosos grátis).

Localizado no Mosteiro da Luz, fundado e construído em taipa de pilão por Frei Galvão por volta de 1774, é considerado um dos mais importantes monumentos arquitetônicos coloniais paulistas. O precioso acervo é composto por mais de 4.000 obras de arte religiosa entre imaginária sacra, retábulos, oratórios, objetos litúrgicos e livros raros dos séculos XVI ao XX. Merece destaque o belíssimo Presépio Napolitano do século XVIII, doado por Ciccillo Matarazzo, composto por 1620 peças, em exposição permanente na antiga "Casa do Capelão", dentro do complexo do Mosteiro. O Museu oferece visitas monitoradas (português, inglês e espanhol), além de estacionamento gratuito à Rua Jorge Miranda n 43.
http://www.sarasa.com.br/artesacra/


Memorial da América Latina
Rua Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda (Estação Barra Funda do Metrô). Tel: (11) 3823-4600.

Projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1989, o conjunto de edifícios constitui o mais monumental complexo cultural da América Latina. Possui espaços destinados à exposição de arte latino-americana e um auditório para 1.600 pessoas. É sede de solenidades e recepções oficiais do Governo do Estado de São Paulo.
http://www.memorial.org.br


Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
Rua da Reitoria, 160 - Cidade Universitária. Tel (11) 3091-3039.
De terça a sexta das 10h às 19h; sábado, domingo e feriado das 10h às 16h.

O Museu de Arte Contemporânea da USP é um dos mais importantes museus de arte moderna e contemporânea da América Latina. Seu acervo possui cerca de 8 mil obras - entre óleos, desenhos, gravuras, esculturas, objetos e trabalhos conceituais - de mestres da arte do século XX como Picasso, Matisse, Miró, Kandinsky, Modigliani, Calder, Braque, Henry Moore, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Volpi, Brecheret, Flávio de Carvalho, Manabu Mabe, Antonio Dias e Regina Silveira, entre tantos outros.
http://www.mac.usp.br


Museu de Arte de São Paulo
Av. Paulista, 1578 (Estação Trianon-MASP do Metrô). De terça a domingo das 11h às 18h. A bilheteria fecha com uma hora de antecedência. Ingressos a R$10,00. Estudantes pagam meia, menores de 10 anos e maiores de 60 não pagam.

O MASP coloca-se como primeiro centro cultural de excelência em nosso País, pois aqui foram realizados todos eventos e atividades relacionados com arte, tais como Pintura, Escultura, Gravura, Arquitetura, Design, Mobiliário, Moda, Música, Dança, Biblioteca, Escola, Teatro, Cinema, Work-shops, Lançamento de livros e Conferencias.
http://www.masp.art.br/default.asp


Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM
Parque do Ibirapuera, portão 3 - s/nº. Tel: (11) 5549-9688.
Terças, quartas e sextas, 12h às 18h, quintas das 12h às 22h, sábados, domingos e feriados das 10h às 18h. Ingressos: R$ 5,00. Às terças durante todo o dia e quintas a partir das 17h a visitação é gratuita.

O Museu de Arte Moderna de São Paulo, fundado em 1948, presidido por Francisco Matarazzo Sobrinho, o Cicillo, expõe seu acervo em sede provisória, na Rua Caetano Pinto (onde ficava a metalúrgica Matarazzo), com obras de Picasso, Kandinsky, Dufy, Chagall, Morandi, Volpi, Di Cavalcante e Anita Malfatti - em sua maioria, doados por Cicillo.
http://www.mam.org.br


Museu de Arte Brasileira – MAB
Rua Alagoas, 903. Tel: (11)3662-7198.

O núcleo inicial da coleção do MAB remonta à doação feita por D. Annie Penteado. Com os acréscimos feitos ao passar dos anos, o museu conta hoje com cerca de 2.500 obras entre pinturas, esculturas, objetos, desenhos, gravuras e instalações. É possível traçar o panorama da arte brasileira a partir do final do século XIX utilizando-se as obras do MAB. A pintura acadêmica está representada no museu por obras de Ferrigno, Pedro Alexandrino, Eliseu Visconti, Parreiras, Zamor, Castagneto, Belmiro de Almeida e Benedito Calixto. De autoria de artistas ligados ao Modernismo, o MAB possui obras de Anita Malfatti, Brecheret, Di Cavalcanti, Goeldi, Lasar Segall, Ismael Nery, Antonio Gomide, Pancetti, Guignard, Portinari e Flávio de Carvalho.
Cabe destacar também no MAB obras de Rebollo, Volpi, De Fiori, Cícero Dias, Clóvis Graciano, Flávio Shiró, Tomie Ohtake, Arcângelo Ianelli, Franz Weissmann, Lygia Clark, Mary Vieira, Burle-Marx, Flexor, Baravelli, Marcelo Grassmann, Evandro Jardim.
http://www.faap.com.br/museu/historico/historico.htm

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  Museus históricos (Capital)

Museu da Imigração e Memorial do Imigrante
Rua Visconde de Parnaíba, 1.316 - Mooca. Tel: (11) 6693-0917, 6692-1866, 6692-7804, 6692-2497 e 6692-9218. De terça a domingo das 10h às 17h horas (inclusive feriados). Ingressos R$ 4,00, com meia entrada para estudantes e visitação gratuita para menores de sete anos e maiores de 60.

A Hospedaria do Imigrante foi criada para reunir e preservar a documentação, memória e objetos de imigrantes que vieram para o Brasil em busca de esperança, aventuras, fortuna ou simplesmente fugindo de uma situação difícil nas suas pátrias de origem. Instalado em um dos poucos edifícios centenários da cidade de São Paulo, o museu ocupa parte da antiga Hospedaria, um imponente complexo, construído entre 1886 e 1888 no bairro do Brás, com finalidade de receber e encaminhar ao trabalho os imigrantes trazidos por conta do governo. De 1882 a 1978, passaram por ali mais de 60 nacionalidades e etnias, todas devidamente registradas em livros e listagens.
http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br


Museu Paulista (Museu do Ipiranga)
Parque da Independência, s/n.º - Ipiranga. Tel: (11) 6165-8000.
De terça a domingo, das 9h às 16h45. Ingresso R$ 2,00. Entrada gratuita no terceiro domingo de cada mês, e também para menores de cinco anos e maiores de 60.

Poucos meses após a proclamação da Independência, em 7 de setembro de 1822, surgiu a primeira proposta (seguida de inúmeras outras) de erigir um monumento à Independência do Brasil no próprio local onde ela havia sido proclamada, às margens do riacho do Ipiranga. Por falta de verbas e de entendimentos quanto ao tipo de monumento a ser erigido, é somente após sessenta e oito anos da proclamação que a idéia se concretiza, com a inauguração do edifício-monumento, em 1890.
http://www.mp.usp.br


Solar da Marquesa de Santos
Rua Roberto Simonsen, 136 - Centro. Tel: (11) 3241-4238. De terça a domingo, das 9h às 17h.

Último exemplar remanescente de arquitetura residencial urbana do século XVIII na área central de São Paulo, em 1834 tornou-se propriedade da Marquesa de Santos. Vinculado ao Departamento do Patrimônio Histórico, o Solar guarda um acervo de móveis coloniais dos séculos XVIII e XIX e o Arquivo de Negativos com mais de 180.000 imagens da cidade de São Paulo. Funciona como espaço cultural, abriga exposições fotográficas e de objetos do acervo, projeções de vídeos, e oferece debates, palestras e oficinas temáticas, contando ainda com serviço educativo com monitorias (agendamento prévio).
http://www.prodam.sp.gov.br/dph/museus/solar.htm


Museu Anchieta
Pateo do Colégio, 84 - Centro. Tel: (11) 3105-6899.

O museu se encarrega de resgatar a história da instituição por meio de esculturas, mapas, murais e quadros. Vale a pena visitar a cripta que conserva um pedaço de parede de construção original do colégio dos jesuítas e é o local onde funciona o cemitério dos padres. Nos fundos do Colégio, há o Café do Pateo, instalado em um agradável jardim.
http://www.patrimoniosp.com.br/sampa_patiodocolegio.htm


CASA No. 1
Rua Roberto Simonsen, nº 136B, Páteo do Colégio.
Tel: (11) 3104-1463. De terça a domingo, das 9h às 18h.

Atualmente abriga a Divisão do Arquivo Histórico Municipal.
http://www.prodam.sp.gov.br/dph/museus/mucasa1.htm


Casa do Grito
Parque da Independência, s/nº - Ipiranga, 273-4981. De terça a domingo, das 9h às 17h.

Data de 1884 o documento mais antigo sobre a origem dessa casa, construída em pau-a-pique nas proximidades do antigo Caminho do Mar e do Riacho do Ipiranga. Desapropriada em 1936, permaneceu semi abandonada até 1955 quando foi feito um restauro fantasioso procurando aproximá-la à casa representada na tela "Independência ou Morte" (ou O Grito do Ipiranga) de autoria de Pedro Américo. Foi nessa ocasião que o imóvel passou a ser conhecido como Casa do Grito. Vinculada ao Departamento do Patrimônio Histórico, abriga exposições diversas com temas relacionados à cidade de São Paulo.
http://www.prodam.sp.gov.br/dph/museus/mucgrito.htm


Casa do Sertanista e Museu do Folclore
Pça. Ênio Barbato, s/nº - Caxingui. Tel: (11) 3721-8611.

Vinculada ao Departamento do Patrimônio Histórico, foi construída em meados do século XVII em taipa de pilão. Atualmente abriga as instalações do Museu do Folclore Rossini Tavares de Lima.
http://www.prodam.sp.gov.br/dph/museus/mucsert.htm


Casa do Bandeirante

Pça. Monteiro Lobato, s/nº - Butantã. Tel: (11) 3031-0920

Casa de taipa de pilão do séc. XVIII que, segundo alguns autores, localizava-se em terras que pertenciam originalmente à Companhia de Jesus. Vinculada ao Departamento do Patrimônio Histórico, abriga exposição de objetos do cotidiano colonial paulista e móveis dos séculos XVIII e XIX.
http://www.patrimoniosp.com.br/sampa_casabandeirantes.html


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  Museus científicos (Capital)
Estação Ciência
Rua Guaicurus, 1394 - Lapa. Tel: (11) 3673-7022. De terça a Sexta-feira, das 8h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h. O fechamento do portão para ingresso ocorre às 17h30. Entrada franca.

A Estação Ciência é um centro de ciências interativo que realiza exposições nas áreas de Astronomia, Meteorologia, Física, Geologia/Geografia, Biologia, História, Informática, Tecnologia, Matemática, Humanidades, além de cursos, eventos e outras atividades com objetivo de popularizar a ciência e/ou promover a educação científica.
http://www.eciencia.usp.br/site_2003/default.html


Museu de Arqueologia e Etnologia
Av. Prof. Almeida Prado, 1466 - Cidade Universitária. Tel: (11) 3091-4901. De terças a sextas das 9h às 12h e das 13h30 às 17h.

Este Museu da Universidade de S.Paulo - MAE - tem um gigantesco acervo de 120 mil peças captadas de civilizações antigas - aequelogia - e vivas - etmologia. A pequena parte exposta está dividida em quatro seções: América (em que predomina a coleção indígena brasileira). África, Mediterrâneo e Médio-Oriente. O MAE tem painéis explicativos e informações nas gavetas - puxe-as - para mostrar modos de vida, costumes e rituais.
http://www.mae.usp.br


Museu de Zoologia da USP
Av. Nazaré 481, Ipiranga. Tel.: (11) 6165-8100. De terça a domingo das 10h às 17h. Ingresso: R$ 2,00, grátis para menores de seis e maiores de 65 anos.

Localizado no bairro do Ipiranga, o museu, que teve origem no século XIX, possui hoje o maior acervo zoológico da América do Sul, com cerca de 7 milhões de exemplares. Após três anos fechado ao público, o Museu de Zoologia reabriu em 2002 com uma nova exposição de longa duração que proporciona uma idéia mais clara de suas atividades de pesquisa. A exposição, que abrange os módulos “Origem das espécies e dos grandes grupos zoológicos”, “Evolução, diversidade e filogenia” e “Fauna Neotropical e Ambiente Marinho”, pretende aguçar a curiosidade científica do visitante e colaborar para a compreensão da importância de visitas a museus como uma forma de entendimento da importância de patrimônio cultural brasileiro. Possui uma série de programas dirigidos às escolas.
http://www.mz.usp.br

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  Museus especializados (Capital)

Museu da Casa Brasileira
Av. Brig. Faria Lima, 2705 - J. Paulistano. Tel: (11) 3032-3727/ 2499/2564. De terça a domingo, das 13h às 18h.

O solar, antiga residência do casal Fábio Silva Prado e Renata Crespi da Silva Prado, abriga o Museu e seu acervo, formado por mobiliário, cristais, porcelanas e objetos que remontam ao século XVI. O valioso acervo Crespi Prado, composto por mais de 360 peças de arte européia e brasileira dos séculos XVII a XIX, encontra-se exposto no Museu. Além do acervo, realiza mostras de arte contemporânea e mantém banco de dados e documentação sobre a arquitetura e "design" brasileiros.
http://www.mcb.sp.gov.br


Arquivo do Estado
Rua Voluntários da Pátria, 596 - Santana. Tel: (11) 6221-2850/ 4785. Consultas podem ser feitas de terça a domingo, das 9h às 17h.

Criado em 1721, mantém farta documentação sobre o período colonial, incluindo documentos públicos, livros, fotografias, mapas e microfilmes, entre outros.
http://www.arquivoestado.sp.gov.br


Museu do Teatro Municipal de São Paulo
Baixos do Viaduto do Chá, s/nº - Centro. Tel: (11) 3241-3815.
Grátis. De terça a domingo, das 9h às 17h.

Vinculado ao Departamento do Patrimônio Histórico, o museu oferece mostra permanente sobre a história do Theatro Municipal, exposições temáticas e atendimento ao público interessado em seu acervo: programas, peças, desenhos, cenários e figurinos utilizados em espetáculos no teatro.
http://www.theatromunicipal.com.br/servicos.htm


Museu de Artes Gráficas do Brasil
Rua Voluntários da Pátria, 596 - Santana. Tel: (11) 6221-4785 R.254. De segunda a sexta, das 9h às 16h. Entrada franca.

Instalado em duas galerias do Arquivo do Estado, o Museu de Artes Gráficas reúne um acervo de 10 mil originais de cartuns, charges, caricaturas e histórias em quadrinhos. São peças de aproximadamente 80 artistas que retratam o Brasil por mais de 165 anos, além de exemplares da arte gráfica contemporânea.
Exposição permanente.


Numismática - História da Moeda Nacional
Av. Paulista, 149 - Bela Vista. Tel: (11) 3268-1950/1952. De Terça a sexta das 10h às 21h. Sábados, domingos e feriados das 10h às 19h. Entrada franca.

O Museu Herculano Pires, instalado no 9º andar do Itaú Cultural, possui um dos maiores acervos de moedas, medalhas e condecorações do Brasil.
http://www.itaucultural.org.br/numismatica/omuseu.htm


Instituto Butantã
Av. Vital Brasil, 1500 - Butantã. Tel: (11) 3726-7222. De terça a domingo das 9h às 16h30. Ingresso: R$ 3,00. Livre para crianças menores de sete anos e para maiores de 65.

Fundado em 1901 pelo médico Vital Brasil, é conhecido pelas pesquisas com animais peçonhentos e pela produção de soros antiofídicos.
Tem quatro unidades abertas à visitação: o Museu Biológico, o Museu Histórico, o Serpentário e o Macacário - além do Museu de Rua, com painéis ao ar livre que mostram o desenvolvimento do Instituto.
http://www.butantan.gov.br/apres_hist.htm


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  Parques e jardins (Capital)

Parque da Água Branca
Av. Profº. Francisco Matarazzo, 455 - Água Branca. Tel: (11) 3865-4130. Segunda a domingo, das 6h às 18h.

Localizado em meio à agitação da avenida Francisco Matarazzo, reúne diversas atrações como exposição de gado e cavalos, mostras de aves, um aquário, cursos de arte, leilões de animais, um museu geológico, entre outras.


Cidade das Abelhas
Estrada da Ressaca, km 7, Embu das Artes/SP. Tel: (11) 4703-6460.
Terça a domingo, das 8h30 às 17h. Ingresso: R$ 4,00, grátis para menores de dois e maiores de 65 anos. Visitas guiadas com agendamento, somente para escolas.

A minicidade tem um parque ecológico com 20 mil metros quadrados, onde estão instalados escorregadores gigantes, um pula-pula e um tobogã de 14 metros. Entre as atrações, há uma abelha gigante, feita em fibra de vidro e a Casa do Apicultor, com roupas e equipamentos usados por criadores.
http://www.cidadedasabelhas.com.br


Fundação Maria Luísa e Oscar Americano
Av. Morumbi, 4.077 - Morumbi. Tel: (11) 3742-0077.
Terça a sexta, das 11h às 16h45. Sábado e domingo, das 10h às 16h45. Ingresso: R$ 8,00.

Em meio a jardins de 75 mil metros quadrados, o visitante tem a oportunidade de fazer um passeio pelas alamedas da fundação, conhecendo espécies nativas da mata atlântica. A sede do parque abriga uma importante coleção de arte brasileira que vai do século XVII ao XX. A fundação oferece ainda um chá da tarde, servido num aconchegante salão, por R$ 20.
http://www.fundacaooscaramericano.org.br


Jardim Botânico
Av. Miguel Stéfano, 3.031 - Saúde. Tel: (11) 5073-6300.
Quarta a domingo, das 9h às 17h. Ingresso: R$ 2,00 (grátis para menores de dez e maiores de 65 anos, para estudantes: R$ 1). Visitas guiadas somente para grupos com agendamento (R$ 1,50 para crianças e R$ 3,00 para adultos). Acesso a deficientes. Não é permitido entrar com bicicletas, patins ou skates.

Vizinho do Jardim Zoológico, vale a visita por se tratar de uma das mais belas áreas verdes da cidade. Espalhados por 360 mil metros quadrados, estão lagos habitados por bandos de patos, orquidários, estufas com plantas tropicais e o marco das nascentes do riacho do Ipiranga. O Museu Botânico expõe exemplares de madeiras nobres, plantas raras e até fungos.
http://www.ibot.sp.gov.br


Jardim Zoológico
Av. Miguel Stéfano, 4.241 - Água Funda. Tel: (11) 5073-0811.
Terça a domingo, das 9h às 17h. Ingresso: R$ 2,00 a R$ 10,00 (grátis para menores de seis, maiores de 65 anos e deficientes físicos). Acesso a deficientes. Faz visita monitorada.

O parque implantou um programa de visitas monitoradas com uma caminhada ecológica que percorre 4 km de mata atlântica. Faz apresentação de vídeos explicativos sobre a fauna e a flora do parque, visita à cozinha e à fábrica de ração, entre outras atividades, incluindo passeios de carro no Zôo Safári.
http://www.zoologico.sp.gov.br


Parque Burle Marx
Av. D. Helena Pereira de Morais, 200 - Campo Limpo. Tel. (11) 3746-7631.

O Parque oferece ao visitante duas áreas distintas: os jardins projetados por Burle Marx e trechos remanescentes da Mata Atlântica.
Os jardins dominam a paisagem e nessa área há um conjunto de construções projetadas por Oscar Niemeyer.
http://www2.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/
meio_ambiente/parques/burle_marx/0001


Parque Estadual da Cantareira - São Paulo/SP
Núcleo da Pedra Grande: R. do Horto, 1.799, Tremembé. Tel. (11) 6232-5049. Circuito Integrado de Educação Ambiental Horto Cantareira.

O parque possui três núcleos: o da Pedra Grande (mais procurado), o Engordador (chamado assim por causa de uma fazenda de engorda de gado da região) e o Águas Claras, recentemente inaugurado. Todos têm trilhas bonitas, agradáveis e bem sinalizadas. Como parque estadual, a Cantareira está voltada para o ecoturismo: são caminhos e trilhas no meio da mata que permitem que o visitante entre em contato com a natureza, conheça a mata atlântica e possa até mesmo observar alguns animais. Por isso, é importante trazer sempre água e um lanche leve (o parque não tem lanchonete) e vestir roupas confortáveis, adequadas para caminhada. No Núcleo da Pedra Grande, fica uma das principais atrações: a Pedra Grande e a bela vista da cidade que ela proporciona. Para chegar lá, enfrenta-se um caminho pavimentado de mais de 4,5 km (ida), boa parte dele em subida. A alternativa menos cansativa é entrar pelo Núcleo Águas Claras e pegar a trilha da Suçuarana.
http://www.iflorestsp.br/cantareira/index.htm


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  Museus no interior
Casa Guilherme de Almeida - Sumaré
Rua Macapá, 187 - Sumaré/SP. Tel: (11) 3673-1883.

Museu biográfico e literário centrado na personalidade do poeta paulista, que residiu no imóvel por mais de 20 anos. Mantém exposições permanentes e temporárias, biblioteca, hemeroteca e arquivo fotográfico, além da coleção de mobiliário, porcelanas, pratarias, esculturas e pinturas que pertenceram ao poeta. Recebe visitas monitoradas, desde que agendadas previamente.
http://www.uol.com.br/museus/guilherme


Museu Casa de Portinari - Brodowski
Praça Cândido Portinari, 298 - Brodowski/SP. Tel: (16) 3664-4284.

Inaugurado em 14 de março de 1970, uma das principais atrações do Museu Casa de Portinari é justamente o imóvel em que está localizado. Foi nele que o pintor Cândido Portinari, renomado pintor da arte moderna brasileira, viveu durante toda a infância e parte da adolescência. Seus cômodos e anexos, que foram construídos posteriormente, trazem a história do artista, suas obras, bem como desenhos, estudos, objetos pessoais e profissionais, utensílios, móveis e documentos que lhe pertenceram.
http://www.casadeportinari.com.br


Museu Histórico e Pedagógico "Conselheiro Rodrigues Alves" - Guaratinguetá
Rua Doutor Morais Filho, 41 - Centro - Guratinguetá/SP. Tel: (12) 522-2007.

Museu aberto em comemoração ao centenário do nascimento de Francisco de Paula Rodrigues Alves, que foi presidente do Brasil entre 1902 e 1906 e reeleito para o mandato que teria início em 1919, mas veio a falecer antes de tomar posse. O acervo do museu conta com aproximadamente mil peças, entre elas: cartas pessoais escritas ou recebidas por Rodrigues Alves, no período em que foi Presidente da República e governador do Estado de São Paulo e livros de sua biblioteca particular.


Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre - Tupã
Rua Coroados, 521 - Tupã/SP. Tel: (14) 3491-2202.

Criado em 1966, o Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre está instalado num imóvel construído em 1980 para esta finalidade, pelo fundador da cidade de Tupã, Luiz de Souza Leão. Seu acervo é composto de 24.000 itens entre objetos e documentos relativos à cidade, animais taxidermizados, e, em sua maioria, pela coleção etnográfica representando diversas nações indígenas brasileiras. São instrumentos de caça, de trabalho, de uso doméstico e de outras atividades do cotidiano que, em conjunto com arte plumária, cerâmica e objetos de rituais, formam uma das mais importantes coleções do gênero no Brasil. O acervo foi adquirido e doado ao museu por Luiz de Souza Leão e sua esposa Nair Ghedini. A concepção e montagem do museu visa ressaltar a importância das nações indígenas na formação étnica de nossa gente.


Museu Prudente de Moraes - Piracicaba
Rua Santo Antônio, 641 - Piracicaba/SP. Tel: (19) 3422-3069.

Este museu está instalado no mesmo prédio que foi residência de Prudente de Moraes durante a maior parte de sua vida pública e onde advogou, iniciou a carreira política e faleceu. Conta com uma exposição permanente do acervo, voltada para a história da cidade e relativo a Prudente de Moraes.


Museu Monteiro Lobato – Taubaté
Av. Monteiro Lobato, s/nº, Chácara do Visconde - Taubaté/SP. Tel: (12) 225-5062.

Uma boa oportunidade para conhecer de perto o lugar que inspirou os lendários personagens de Monteiro Lobato é visitar, em Taubaté, o Museu Histórico e Pedagógico "Monteiro Lobato", que funciona na casa em que o escritor nasceu e viveu até os 12 anos. O lugar abriga uma biblioteca infantil com todas as obras de Lobato, alguns acervos da família e um espaço verde, conhecido como Parque "Sítio do Picapau Amarelo". No local são realizadas apresentações teatrais com os personagens imortalizados pelo autor.


Museu Bernardino de Campos - Amparo
Esquina das ruas Luiz Leite e Silva Pinto. Tel: (19) 3807-2742. Aberto todos os dias entre 10h e 17h. Como chegar: Rod. Anhanguera (SP-330), Rod. Adhemar de Barros (SP-340) até km 132-B e SP-095 ou Rod. Anhangüera e Rod. das Águas (SP-360).

A cidade de Amparo, a 130 km da capital, mantém casarões de diferentes períodos históricos, em especial da segunda metade do século 19, quando foi um grande centro produtor de café. O casario de Amparo tem uma curiosidade: o apego ao estilo clássico, com suas linhas retas e proporcionais, colunas e frontões. O prédio do Museu Histórico Bernardino de Campos é uma atração em si. Além disso, é organizado de acordo com os conceitos mais modernos de museologia e os ambientes de época são recriados. Você conhecerá, por exemplo, um consultório de dentista do século 19 e início do século 20.

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  Viagens culturais pelo Brasil
Olinda
Olinda foi um dos mais importantes centros do período colonial brasileiro devido à cana-de-açúcar. Quando os holandeses conquistaram Pernambuco, em 1630, a cidade foi incendiada e a capital foi transferida para Recife. A rivalidade entre as duas cidades culminou com a Guerra dos Mascates, em 1710 e com a Intervenção da Coroa Portuguesa, que favoreceu a cidade de Recife
http://feriasbrasil.terra.com.br/scripts/cidade.cfm?Cidade=Olinda


Porto Seguro
A história do Brasil começa em Porto Seguro, na Bahia. Considerada um monumento nacional, a cidade fica na Costa do Descobrimento, onde há 500 anos chegaram os portugueses, dando início à colonização do país. Hoje, os monumentos, igrejas e belíssimas praias fazem do município um dos destinos mais visitados por turistas de todo o Brasil
http://www.terra.com.br/turismo/roteiros/2001/10/22/000.htm


Sta. Cruz de Cabrália
Palco das duas primeiras missas celebradas no Brasil pelos portugueses, em 26 de abril de 1500, no ilhéu da Coroa Vermelha e na foz do Rio Mutary, Santa Cruz de Cabrália tem muita história para contar e muita beleza para mostrar
http://feriasbrasil.terra.com.br/scripts/cidade.cfm?
Cidade=S%2E%20Cruz%20Cabr%E1lia



Ilha de Marajó
Quando os portugueses chegaram às terras que chamaram de Brasil, as nações indígenas mais avançadas eram as que habitavam a Amazônia. Visitar Belém e Marajó permite uma viagem a esse Brasil anterior à presença européia. Descobertas arqueológicas recentes revelaram traços mais precisos de civilizações que começaram a se desenvolver cerca de mil anos antes do desembarque de Pedro Álvares Cabral. A violência dos conquistadores e a umidade da região fizeram desaparecer grande parte dos vestígios de povos como os marajoaras (da ilha de Marajó) e os tapajós (da região de Santarém, também no Pará). O que restou de mais palpável são trabalhos refinados de cerâmica.
http://novaescola.abril.com.br/ed/168_dez03/
html/repcapa_pop4.htm


Petrópolis
O centro do Rio de Janeiro é talvez o mais bem guardado tesouro histórico e turístico do Brasil. Numa área relativamente pequena aonde até muitos cariocas passam anos sem ir, camadas de história se sobrepõem. É lá que a cidade de Machado de Assis esconde seus museus, suas bibliotecas, suas chapelarias, suas livrarias e seus antiquários
http://novaescola.abril.com.br/ed/168_
dez03/html/repcapa_pop2.htm


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Cidade=Petr%F3polis%2FItaipava



Paraty
Charme, nobreza, antigüidades, relíquias, bromélias, mares, ilhas e conforto. São 445 anos da história do Brasil contada em verso, prosa, monumentos, fazendas, fachadas e mares. Segundo a UNESCO, esta cidade fundada no século 16, é uma das poucas cidades do mundo que mantém as características originais de quase 500 anos atrás.
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Chapada dos Guimarães
Vistas de longe, as chapadas lembram grandes mesas, muito planas, interrompidas por extensos vales. As chapadas brasileiras são formas do relevo de origem muito antiga. A região da chapada dos Guimarães está localizada sobre falhas tectônicas que causaram abalos sísmicos há mais de 500 milhões de anos. Durante um longo período, esses terrenos foram recobertos por gelo e há 200 milhões de anos foram o fundo de mares antigos. Isso tudo, mais as chuvas e os ventos, esculpiu nas chapadas os aspectos que as tornam tão sedutoras: quedas-d’água, cavernas e abismos. A chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, se formou na época em que a cordilheira dos Andes, a oeste, se erguia do chão. Do lado brasileiro do continente, o aparecimento da cadeia de montanhas provocou a depressão pantaneira e elevou o fundo de mares, formando as chapadas, com os paredões laterais de arenito.
http://novaescola.abril.com.br/ed/168_dez03/
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Rio Grande do Sul
Os imigrantes construíram cidades e deixaram costumes, sons, sabores e estilos visuais pelo Brasil afora, mas poucos estados têm traços estrangeiros ainda tão evidentes como o Rio Grande do Sul. Porto Alegre, por exemplo, é composta por descendentes de 25 etnias. Nasceu de um grupo de casais das ilhas dos Açores, em Portugal, que se estabeleceu às margens do rio Guaíba (na verdade um estuário) em 1772. O primeiro nome da cidade foi Porto dos Casais.
A herança açoriana, talvez por ser a mais antiga, é também a mais diluída entre as três principais do Rio Grande do Sul (as outras são a alemã e a italiana). Um passeio de barco pelo rio Guaíba, no entanto, permite, na ilha da Pintada, experimentar o peixe-na-taquara, típico da culinária dos Açores. Em Mostardas, no litoral, a 209 quilômetros de Porto Alegre, as casinhas exibem estilo açoriano: pé-direito baixo, porta ladeada por um par de janelas e cores contrastantes
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Diamantina
Encarapitada no alto da serra do Espinhaço, a 1250m de altitude, a cidade histórica de Diamantina impressiona o viajante pela natureza espetacular de suas rochas pontiagudas, pelo casario colonial magnificamente conservado, pela intensa luminosidade, especialmente nas primeiras horas da manhã ou ao fim da tarde, quando a luz das almas se abate sobre o conjunto esculpido por Deus e pelos homens. Recém-condecorada como Patrimônio Histórico da Humanidade, pela Unesco
http://www.terra.com.br/tremdeminas/diamantina.htm

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São João Del Rei
Toda a preservação artística e histórica ainda mora por aqui, mas a cidade cresceu. Com essa expansão, apenas o miolo de São João, com seus casarões e igrejas foi preservado. A modernidade urbana nasceu ao redor deste museu a céu aberto. E, a religiosidade portuguesa está amparada por muitas construções de fé.
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Cidade=S%E3o%20Jo%E3o%20Del%20Rei



Tiradentes
Fundada em 1702 por paulistas que vinham à procura de ouro, a ‘pérola barroca’ de Minas já foi batizada de Ponta do Morro, Arraial da Ponto do Morro de Santo Antônio, São João Del Rei e, por fim, Tiradentes, em homenagem ao seu filho inconfidente Joaquim José da Silva Xavier.
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Mariana
A cidade foi fundada em 1696 e é uma das mais antigas de Minas Gerais. Coberta pelos traços do barroco mineiro, Mariana foi a primeira capital do Estado de Minas e o primeiro bispado, em 1745, que depois se elevou a arcebispado em 1905. Antes de chamar-se Mariana, ela era conhecida como Leal Vila de Nossa Senhora do Carmo, mas durante muito tempo, Mariana também foi chamada de "Cidade dos Bispos".
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Ouro Preto
Ouro Preto é um enorme museu ao ar livre. A cidade pontilhada de igrejas, riquezas e arte traça em suas ladeiras o caminho certo para a diversão cultural. Este Patrimônio da Humanidade seduz pelo tempero e pela euforia, pela genialidade das formas e pela grandeza poética. http://feriasbrasil.terra.com.br/scripts/
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Congonhas
Foi aqui que o mestre Aleijadinho construiu parte do conjunto arquitetônico e escultural do Santuário mais famoso do Brasil, sendo batizado pela UNESCO de Monumento Mundial e Patrimônio Histórico da Humanidade.
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