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Sexta-Feira , 31 de Outubro de 2014
>> Educação Sexual
   
 
A educação preventiva em sexualidade na adolescência

Maria Helena Brandão Vilela Gherpelli


A autora aborda sobre o processo de mudanças físicas e psicológicas e a construção de uma identidade sexual pelo adolescente. Trata-se de temas bastante atuais, se considerarmos que, hoje, crianças e adolescentes passam muitas horas na escola, onde recebem inúmeras informações e estímulos sexuais que podem influenciar sua conduta perante uma sociedade que tem dificuldades para lidar com o tema.

Dessa forma, segundo ela, a educação sexual preventiva termina por ser dividida entre a família e a escola. Esta reflexão parte do que a autora chama de "Pressupostos de trabalho de educação preventiva", "Diretrizes do trabalho" e "Elementos fundamentais do orientador".

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"A escola foi o lugar eleito para inserir, no processo educacional, a educação preventiva."

"Quando se fala em sexualidade, pressupõe-se falar de intimidade, uma vez que ela está estreitamente ligada às relações afetivas. A sexualidade é um atributo de qualquer ser humano. Mas para ser compreendida, não pode ser separada do indivíduo como um todo (...) [a sexualidade] é moldada e expressa concretamente nas relações que o sujeito estabelece, desde a mais tenra idade, consigo mesmo e com os outros."

"O trabalho de educação preventiva ligado à sexualidade envolve a definição de diretrizes que contemplem a formação integral do adolescente e a participação efetiva de todos os integrantes do universo escolar. Na realização da orientação sexual, são fundamentais, para a credibilidade das ações preventivas, posturas seguras e assertividade, bem como que o corpo docente passe por uma capacitação profissional mais ampla, com relação ao conteúdo tanto técnico-científico como metodológico e vivencial. "

Publicação: Série Idéias n. 29, São Paulo: FDE, 1996
Páginas: 61-72

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