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 A Escola Pública e o Saber

Painéis Temáticos


   Detalhes do Painel

Painel 6 - Livros e objetos 1930-1940

Em 1930, a indústria brasileira de material escolar já atendia ao mercado interno. Produtos de luxo, como a caneta tinteiro de cartucho, continuavam a ser importados.
A literatura infantil, sempre ilustrada, presente na escola e no lar de famílias abastadas desde o século XIX, continuou explorando tendências editoriais das primeiras décadas do século XX: contos populares, tradução e adaptação de obras estrangeiras, poesia edificante e contos morais, além da destoante produção dos escritores de literatura adulta, encabeçados por Lobato.
Livros didáticos tradicionais, sobretudo das séries iniciais, tiveram reedições multiplicadas com a expansão da escola primária, enquanto novos títulos, embora repisassem fórmulas gastas, inovaram com a introdução de exercícios após os textos. Esse período marca ainda o controle estatal sobre os livros didáticos, por meio da criação da Comissão Nacional do Livro Didático.

 



"A Escola"
do livro: O Premio da Creança, versos de Manuel Mendes e ilustrações de Belmonte, p. 18 e p. 19.