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Quinta-Feira , 01 de Dezembro de 2022
>> Saúde
   
 
Educação preventiva e vulnerabilidade às DST/AIDS e abuso de drogas entre escolares: como avaliar a intervenção?

José Ricardo de C. M. Ayres


Este texto tenta relacionar a educação preventiva de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e o abuso de drogas entre escolares, avaliando o momento da intervenção. O autor apresenta um caso hipotético de um projeto em uma escola da periferia de São Paulo, que tenta estimular a auto-estima e a autonomia dos alunos visando a criar uma atitude autoprotetora e solidária ante a questão das drogas.

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"(...) o sentido de 'pequena' tarefa cotidiana de educar, de prevenir, de dialogar. A avaliação (...) é a curadora do trabalho, sem ser o trabalho em si mesmo. Os desafios e possibilidades inscritos em nosso dia-a-dia são o 'humus' que transformamos com o poder criador de mãos experientes".

"(...) a racionalidade de qualquer avaliação guarda uma relação diretamente proporcional ao grau de sua adequação, à sua experiência real que se quer avaliar".

"(...) a primeira coisa que nossa colega precisará fazer para sair do plano genérico das boas intenções e passar a uma efetiva intervenção será o estabelecimento de um objetivo geral para o seu trabalho.
Olhando a tarefa que tem pela frente com realismo, vontade de mudança e sentido operacional, Ava decide tomar o plano da vulnerabilidade institucional como entrada privilegiada para enfrentamento do complexo 'abuso de drogas-DST-HIV/AIDS'. Considera que os três aspectos são apenas facetas de uma mesma condição geral de alta vulnerabilidade daquele grupo aos agravos à saúde, de um modo geral, e vê a escola como espaço estratégico para interferir na situação".

"(...) qualquer que seja a alternativa escolhida, é indispensável que ela seja operacional. A mais adequada e estimulante forma de avaliação de resultados de nada valerá se não conseguir sair das intenções. Nesse mesmo sentido de 'operacionalizar', de tornar 'pronto para funcionar', é importante recordar também que a avaliação de resultados deve ser escolhida e viabilizada desde o início do projeto. Isso tenderá a aumentar as chances de construir um trabalho de intervenção da melhor qualidade, a aumentar a racionalidade nas diversas facetas de seu desenvolvimento e a garantir um processo de avaliação sólido, isto é, realista, fecundo e operacional".

Publicação: Série Idéias n. 29, São Paulo: FDE, 1996
Páginas: 25-41

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