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Sexta-Feira , 02 de Dezembro de 2022
>> Ambientes de Aprendizagem
   
 
Organização do trabalho escolar no ciclo básico na perspectiva da superação do fracasso escolar

Elba Siqueira de Sá Barreto


Se você era professor da rede estadual em 1985, participou - direta ou indiretamente - da implementação do Ciclo Básico, pode então confrontar sua experiência e memória com a discussão (dados, números) e o histórico apresentado por Elba S. Sá Barreto neste texto. E, apesar de já terem se passado mais de 15 anos, algumas reflexões que a autora faz ainda são muito pertinentes.

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"... a intensidade de trabalho do professor em um dado componente curricular pode diminuir, o nível de seu conhecimento sobre a matéria pode ser bastante precário, o currículo pode não estar adequado, o número de horas de aula recebidas pelo aluno pode baixar; só não se admite, dentro da "cultura pedagógica" que perpassa o sistema de ensino, que o desempenho do aluno possa ser tão pobre quanto efetivamente o é. E continua-se por isso a culpá-lo através da reprovação: a grande arma utilizada contra o aluno. Enquanto o sistema todo mostra extrema dificuldade de se organizar para melhor trabalhar a proposta de ensino - que ele mesmo formula - o único que continua sendo cobrado pelo fracasso é o aluno !"

"Creio que o enfoque sobre a avaliação deve mudar radicalmente, de sorte que a escola e o sistema passem a colocar como responsabilidade sua o que deve ser feito no seu âmbito para que o aluno tenha de fato condições de aprender o que se espera que ele aprenda. (...)"

"O trabalho diversificado é uma das alternativas para o atendimento a essas crianças [com maior dificuldade]. (...) Por essa conduta podem diluir-se os antigos prognósticos que rotulavam os mais fracos. De certo modo, todos temos alguma fraqueza e, ao mesmo tempo, somos fortes em alguma coisa !"

"A questão da repetência escolar não é, como durante muitos anos se supôs, uma questão individual do aluno, nem do foro íntimo do professor que o avalia. Daí a necessidade da troca de experiências entre os professores, da programação conjunta na escola, do apoio do sistema. (...) Este trabalho é por demais complexo e não deve recair exclusivamente sobre o professor isolado."

Publicação: Série Idéias n. 6. São Paulo: FDE, 1992
Páginas: 101-107

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