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Quarta-Feira , 16 de Abril de 2014
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Planejamento e avaliação na escola: articulação e necessária determinação ideológica

Cipriano Carlos Luckesi


Planejar não é um ato simplesmente técnico. Assim como também não é um ato exclusivamente político-filosófico. Segundo o autor, esse ato será, sim, ao mesmo tempo político-social, científico e técnico.
Não basta pensar nos meios, nas técnicas e no refinamento dos recursos tecnológicos, afirma o autor. Eles são necessários, mas como meios. Importa que a prática de planejar, em todos os níveis, ultrapasse a dimensão técnica, integrando-a numa dimensão político -social.
O ato de planejar, assim assumido, deixará de ser um simples estruturar de meios e recursos, para tornar-se o momento de decidir sobre a construção de um futuro.

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"O ato de planejar é a atividade intencional pela qual se projetam fins e se estabelecem meios para atingi-los. Por isso, não é neutro, mas ideologicamente comprometido"

"Planejar, nas escolas em geral, tem sido um modo de operacionalizar o uso de recursos - materiais, financeiros, humanos, didáticos. (...) usualmente (com exceções no cotidiano escolar, é claro) essa semana de planejamento redunda no preenchimento de um formulário em colunas, no qual o professor deve fazer durante o ano letivo na disciplina ou área de estudos que trabalha. (...) Essa é uma forma de fazer do ato de planejar um ato neutro....."
"...o papel do diretor de um estabelecimento de ensino é coordenar a construção de diretrizes da instituição como um todo e atuar para prover condições básicas para que tais diretrizes possam efetivamente sair do papel e transformar-se em realidade (...) ele (o diretor) será, sim, o coordenador de uma decisão coletiva para a Escola, que também deverá ser gerenciada coletivamente."

"A avaliação poderia ser compreendida como uma crítica do percurso de uma ação, seja ela curta, seja prolongada. Enquanto o planejamento dimensiona o que se vai construir, a avaliação subsidia essa construção, porque fundamenta novas decisões. (...) A avaliação será, então, um sistema de crítica do próprio projeto que elaboramos e estamos desejando levar adiante. (...) um ato amorosos, um ato de cuidado, pelo qual todos verificam como estão criando seu bebê e como podem trabalhar para que ele cresça."

Publicação: Artigo da Série Idéias, n. 15. São Paulo: FDE, 1992
Páginas: 115-125.

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