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Quinta-Feira , 01 de Dezembro de 2022
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Autonomia da escola, um reexame

José Mário Pires Azanha


Será que nos idos de 1930 discutia-se tanto a questão da autonomia da escola quanto hoje ? O autor nos diz que não.
Neste texto, discute que as "palavras sagradas" de um dado momento histórico estão relacionadas à mentalidade da época. A partir disso, faz uma análise crítica do conceito de autonomia e do enfoque que a mesma vem recebendo nos últimos anos.
E você, de tanto ouvir esta palavra, já nem sabe mais o que significa autonomia ?
Pois, então, leia o texto, reveja suas idéias e discuta em sua escola: o que, afinal de contas, significa autonomia?

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"É preciso uma clara consciência (...) de que a autonomia não é algo a ser implantado, mas, sim, a ser assumido pela própria Escola. Não se pode confundir (...) a autonomia da Escola com apenas a criação de determinadas condições administrativas e financeiras."

"As práticas da vida escolar estão ligadas a uma mentalidade vigente. Por isso, dissemos que a questão da autonomia não se esgota num conjunto de condições. É preciso que a busca da autonomia seja, em cada Escola, uma oportunidade de revisão dos compromissos do magistério com a tarefa educativa."

"... [o] uso da expressão sagrada "autonomia da escola" (...) a esvazia de seu significado pedagógico e a transforma num slogan. A autonomia deixa de significar uma condição de trabalho que as próprias escolas estabelecem..."

"É preciso que consideremos esse risco. Ele não está tão distante se levarmos em conta que a palavra "autonomia", por conta de sua associação com valores democráticos, pode-se reduzir a uma busca de consenso nas escolas. No entanto, consenso é apenas uma forma de decisão e nem sempre a mais racional, nem a mais justa. Principalmente quando a maioria, pelo simples fato de ser maioria, se julgar no direito de suprimir as divergências, ainda que estas sejam legítimas."

Publicação: Série Idéias n. 16. São Paulo: FDE, 1993
Páginas: 37-46

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